Marina Silva
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Esclarecimento da Coligação Unidos pelo Brasil

Publicado em 21/09/2014

A reportagem “ Porta-vozes de Marina entram em contradição”, publicada neste domingo, investe em algo que não condiz com a realidade. Não existe contradição entre o que o que pensam Bazileu Margarido e Eduardo Giannetti da Fonseca sobre o papel da Petrobras no pré-sal e o que afirmaram ao jornal.

Ao responder que o atual papel da estatal será mantido, Margarido referia-se a preservar uma fatia de 30% da exploração para a empresa, conforme prevê a lei atual. Em nenhum momento, portanto, ele defendeu que a Petrobras deva “continuar como operadora única dos poços”, como afirma a reportagem.

Em relação à capacidade da empresa para explorar o pré-sal, Margarido deixou claro ao repórter João Domingos que a Petrobrás é “competente e competitiva” porque se referia ao domínio da tecnologia para explorar o pré-sal. Na verdade, todos sabemos que a empresa é a que em todo o mundo detém a melhor capacidade para isso.

Em nada esse reconhecimento está em contradição com a advertência manifestada por Giannetti a respeito do risco que o aparelhamento realizado pela gestão do PT traz para a empresa. Giannetti também disse ao jornal que a Petrobras “pode fazer com competência o papel estratégico que lhe cabe no modelo do pré-sal”, acrescentando  apenas – e eis algo com que todos os que se preocupam com o futuro da empresa e do Brasil hão de concordar – que ela precisa “mudar de rumo”, ou seja, “ser recolocada na sua seriedade, na sua competência” para poder cumprir o papel importante que detém.

Tampouco a ponderação de Walter Feldman aponta para algum desalinhamento de posições dentro da campanha. Sua opinião contrária a um peso excessivo de participação da Petrobras no pré-sal vai ao que já expressou a candidata Marina Silva de manter o atual marco regulatório que limita o papel da estatal.

Coligação Unidos pelo Brasil

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