Marina Silva
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O zelo de Marina e o descuido do noticiário

Publicado em 05/11/2014

Infelizmente, talvez pela complexidade do tema, alguns veículos de comunicação noticiaram com equívocos a apresentação das contas das campanhas presidenciais de Eduardo Campos e de Marina Silva.

“​Veja”​​, em seu site, por exemplo, chega a afirmar que a campanha de Marina “​​utilizou contribuições de empresas indiretamente criticadas pela candidata ao longo da disputa presidencial”​​. ​ Para sustentar o suposto apontamento de mais uma “incoerência” da ex-presidenciável, o jornalismo “crítico” do site diz que, nos debates do primeiro turno, enquanto ela atacava “a​ ​presidente Dilma por favorecer ‘​​campeões’​​ nacionais em empréstimos e investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)”​, aceitava doações financeiras do ​”frigorífico JBS, um dos grupos mais criticados por supostamente ter sido beneficiado pelo BNDES nos governos Lula e Dilma”​​.

De fato, enquanto Eduardo Campos era o candidato a presidente, com Marina como sua vice, competia a ele fazer a gestão das doações e responder judicialmente por elas. O governador pernambucano, então, autorizou que o Comitê Finance​iro de sua campanha recebesse R$ 4,6 milhões do JBS (como reconhece o próprio site de “Veja”).

Com a morte de Eduardo e a ascensão de Marina à cabeça da chapa com Beto Albuquerque, coube a ex-senadora a responsabilidade pelas finanças da campanha. E sob a sua administração e o seu comando, a Coligação Unidos pelo Brasil não recebeu mais nenhum centavo do JBS. Lamentavelmente, este fato não foi relatado por “Veja” aos internautas.

Equívocos como o descrito acima se não forem corrigidos a tempo servem apenas para alimentar aqueles que nas redes sociais são especialistas na propagação de boatos.

Pelo bem da verdade, em vez de querer ver incoerência, o site deveria destacar o zelo de Marina com as diretrizes que estabeleceu para concorrer na disputa presidencial​.​​

Equipe Marina Silva

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