Marina Silva
REDE

Saudade e gratidão

Aprendi com meu pai e com minha Vó Julia a gostar das palavras e recorrer a elas quando preciso aceitar grandes perdas (ou ganhos) e contornar grandes dificuldades, talvez porque me recuso ainda a deixar o conforto e a intimidade de sua presença e do diálogo incessante que sempre tivemos, talvez porque sinta que preciso gravar em letras os sentimentos tantas vezes compartilhados e dizer mais umas tantas vezes, obrigada.

Sou grata a Deus pela forma de meu pai ensinar e educar, de forma tão peculiar, a todos e a cada um de nós. E olha que nem preciso contar o mundo de amigos, só em casa éramos muitos: eu, minhas seis irmãs – Deuzimar, a primogênita, Lucia, a Mita, que consideramos nossa matriarca, Dóia, Zete, Socorro – e nosso único irmão, Arleir, nora e genros, com um batalhão de netos, bisnetos e tataranetos, todos alunos dele.

Aprendendo a amar com o amor com que amou.

A respeitar com o respeito que em sua vida praticou.

A valorizar a diferença sendo diferentes e a igualdade sendo iguais, como ele sempre foi.

Em meio a tanto preconceito e desrespeito com as mulheres, meu pai fazia questão de considerar, publicamente, a opinião de nossa mãe. Numa cultura em que ter “fias femes” era quase castigo, ele festejava o nascimento de cada filha, ao todo nove, já que as menores morreram, seis meses antes da perda de nossa mãe – sem deixar é claro, de igualmente se regozijar em ter, entre essa mulherada toda, seu amado requerido filho, já que o segundo havia sido ceifado poucos dias após seu nascimento, a quem  ele fez questão de dar o nome de Antônio Arleir da Silva em homenagem a seu amigo primo que havia ficado em sua distante Mecejana, no Ceará.

Agradeço também por sua inteligente estratégia de nos mostrar os caminhos da justiça. Fazendo contas, ajudando para que marreteiros e patrões não roubassem seus amigos seringueiros “no preço e na conta”, sabendo o risco que corria com essa atitude, ensinando na prática o significado das palavras verdade e justiça .

A conta certa, pudemos aprender, não é muito e não é pouco. É o valor real, é o que tem importância muito além da aparência. Ajudar e defender uns aos outros não é favor nem obrigação, é simplesmente ser gente, irmão de quem come do mesmo pão e respira do mesmo ar, veio do pó do mesmo chão.

Agradeço por ele ter nos ensinado o alfabeto da floresta e a conhecer o valor que ela tinha e tem para além de nossa pequena colocação de seringa.

Onde parecia ter uma mata homogênea, o seringueiro e quase mateiro seu Pedro, via a riqueza de uma magistral diversidade, materializada em tantas árvores, bichos, insetos, fungos, cada um com seu nome e sua serventia. No imenso cipoal de tantas espécies, das venenosas às inofensivas, de ambé, timbó, tracuá, cipó de fogo e de escada, tingui e tantos outros, ele distinguia o valor de cada fio da tessitura da vida. E nos espinhos duros e pontiagudos das tabocas encontrava e traduzia a lição da cautela, a necessidade de andar com cuidado e em tudo ter atenção, como consagra a sabedoria bíblica do livro de Provérbios quando nos insta a ter “a simplicidade das pombas e a sagacidade das serpentes”.

De seu Pedro recebemos no tempo certo, na dose certa, os estímulos e interdições do pai/mãe que soube ser no cuidado de sete filhas e um filho. Tivemos a benção do cuidador suficientemente bom.

Lembro-me de como ele nos ensinou a cortar seringa, partir cavaco, aquecer e defumar o leite cuidadosamente colhido no percurso de mais de sete quilômetros percorridos duas vezes ao dia, nos cinco dias da semana, já que o domingo era o dia de respeitar o descanso do Criador e o sábado era dedicado ao cultivo de arroz, milho, mandioca, jerimum, melancia e feijão, no período próprio de cada estação, em nosso pequeno roçado de subsistência, de acordo com o que era autorizado pelo patrão.

Eram divertidos os dias de plantar. Nosso pai na frente e uma embiricica de filhas seguindo, deitando cuidadosamente as sementes nas covas, sob a supervisão rigorosa de nossa mãe, que nunca baixava a guarda para erros que podiam ser evitados durante o serviço.

Em tudo, em todos os momentos, brotam na minha memória os exemplos de cuidado, carinho, dedicação além dos limites. Só posso sentir meu coração transbordar com eterna gratidão quando lembro de seus esforços para salvar minha vida, para me dar condições de vivê-la com saúde. Imagino-o caminhando no varadouro cheio de lama, pisando nos atoleiros deixados pelos comboios de burros usados no transporte da borracha, subindo e descendo ladeiras íngremes para buscar remédio contra leishmaniose. Naquela madrugada a fora e noite a dentro, o jovem seringueiro Pedro Augusto da Silva, caminhou vinte e duas horas em jornada contínua, onze horas de ida e onze de vinda e graças a esse esforço minha vida foi salva. A ferida que poderia ter tirado minha vida ou mutilado meu rosto tornou-se apenas uma pintinha, até charmosa, bem na ponta de meu nariz. Um sinal de amor.

Agradeço pelas palavras. Agradeço até pela palavra gratidão, que, como todas as outras, aprendi de meu pai, da minha mãe e de minha vó Júlia. Pessoas muito simples que de forma sofisticadamente simples, me ensinaram a cultivar a beleza e poder da palavra dita ou escrita e, mais ainda, a palavra vivida.

Decifrando a dureza e a beleza do dia-a-dia, quer no sagrado chão dos ensinamentos bíblicos, quer na simplicidade lúdica da literatura de cordel, pelo som do verso ou pela letra da prosa compreendi o que significa dizer “nem só de pão viverá o homem””.

Marcou-me para sempre a abertura do cordel da peleja em cantoria entre Romano, letrado em ciência, e o caboclo Inácio, letrado em natureza na vida sertaneja da caatinga:

“Hoje aqui tem que se ver,

Relâmpago de caracol,

O nevoeiro parar,

Dar eclipse no sol,

A água do mar secar,

E pescar baleia de anzol”.

Era um trailer da cantoria que tanto meu pai como a minha avó repetiam para despertar e estimular minha busca por uma palavra sempre nova, uma rima certa e um reconhecimento justo do saber que cada um recebe na vida que lhe coube viver.

Era um trailer da minha vida, em que tenho visto tantos prodígios e tragédias e ouvido a mensagem de tanta gente em tantos lugares para descobrir e reconhecer sempre, a cada volta da estrada, que o ABC de todas as línguas e a chave para entender os eventos deste mundo recebi naquela casinha feita com paxiúba de açaí e palha de jaci no meio da floresta.

Agora o seu Pedro, o seu Pedrinho, como carinhosamente era chamado por seu querido amigo cearense Jaiminho, que igualmente nos deixou um dia após sua morte, repousa em paz, no lugar preparado pelo eterno e amoroso Pai. Eu sigo na lida terrena, pelo tempo que me for determinado, guardando com gratidão tudo o que me legou. E recorrendo sempre, como o faço agora no doloroso momento dessa despedida, à fé que ficou para meu suporte, depositada em um coração de criança. E a esse amor, que é eterno, pois como diz o livro de Cânticos, ”As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam.

Marina Silva

“2871698400 segundos. Ele gostava muito de fazer isso, calcular quantos meses, anos, dias, horas, minutos e segundos as pessoas tinham. Era uma honra receber a ligação do vovô no dia do aniversário e saber detalhadamente o tanto de tempo vivido nessa terra. Recebi essa continha algumas vezes, umas ao vivo, a maioria por ligações. Ontem, foi o último dos 33237 dias dele por aqui e inevitavelmente as lembranças voltam, trazendo um misto de tristeza pela saudade e gratidão por tudo que ele fez e representa para nossa família. Seu Pedro viveu bem seus 90 anos e deixou de lição que devemos gastar os anos, os meses, os dias, os minutos e os segundos com bom humor e alegria, com dedicação aqueles que amamos, tirando prazer das coisas simples, fazendo bem direitinho e com capricho tudo o que vier às nossas mãos. São nas lindas lembranças e na esperança de um novo céu e uma nova terra que encontramos o conforto” – Moara Lima

“Meu vô Pedro era o tipo de pessoa sossegada, na dele. Nunca precisou de muito pra ser feliz. Na verdade, sempre preferiu a simplicidade da vida pra mostrar que a maior riqueza é você ter orgulho de sua origem, manter a família unida e ser honesto sempre. Quando comecei a estudar história na escola, entendi que meu vô era um personagem dos livros que estudava. Sua casa foi a floresta, e o seu pão o látex. Pra enfrentar as dificuldades, cinco coisas que nos ensinou com a sua história: perseverança, coragem, alegria, amor e fé. Perseverança pra ensinar que, pra conseguir qualquer coisa na vida, é preciso batalhar muito, muito mesmo. Coragem veio pra encarar a injustiça social, a perda de um amor, a responsabilidade em virar mãe, o preconceito e a pobreza. O humor pra mostrar que, por mais que a vida seja difícil, ser feliz é demonstrar ser grato por estar vivo todos os dias. Fé, porque se não a tivesse, nenhum obstáculo teria superado. E amor, ah, porque o amor une todas as coisas. E esse sentimento era o que ele mais tinha dentro do peito. Amor pelos filhos, pelos netos, bisnetos, tataranetos, amigos e de um tanto de gente ao seu redor. Meu vô era matemático, historiador, geógrafo, biólogo, cientista político e defensor dos direitos iguais. Sua formação foi essa tal escola chamada VIDA!
Quem conheceu, sabe. Seo Pedro sempre pensou a frente de sua época e fez o impossível pra criar a sua família. Foi por causa desse exemplo que cada um abriu asas e voou. Apesar de estar longe nesse momento tão difícil, sei que os ensinamentos deixados por ele ultrapassaram qualquer distância. Almejo o dia onde não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor. Nossa fé e esperança estão na volta de Cristo onde estaremos novamente ao lado daqueles que um dia se foram. Até lá, sei que será mantida a tradição de se reunir na varanda pra “contar umas mentiras e umas verdades” e com certeza o balanço de sua rede não vai parar” – Mayara Lima

“A vida segue a sua trajetória perfeita, consignando é claro com o seu fim, a morte. Morte da matéria/físico, mas o espírito permanece em nossos corações. Aos cuidados de filhos, netos, sobrinhos, genros, nora e amigos, aos 90 anos o nosso avô, seu Pedro, como muitos o conheciam, fez a sua passagem para a glória. A nossa família, a Família Silva, de PEDRO AUGUSTO DA SILVA, o VÔ PEDRO, segue enlutada, porém, também agradecida ao Senhor nosso Deus por receber esse precioso homem em seus braços! Agradecemos o carinho de todos, bem como o respeito que tinham pelo nosso bom “velhinho”! Somos gratos à todos pelo amor que tinham para com ele e os seus.” – Eudes Silva

“Obrigado Deus por permitir um avô tão amado e respeitado. Esse homem a quem me refiro é o seu Pedro Augusto da Silva, o Pedin, Pedro véi, o su Pedo, o Pedro da Rua Palmeiral. Não preciso aqui “maquiar” as coisas de errado que o vô tenha cometido, porque tantas foram as coisas boas que Ele nos fez e nos ensinou. O aprendizado foi constante, as histórias foram as mais diversas, todas no formato Vida Real. A melhor história contada foi a da própria sobrevivência, até aqui nos seus 90 anos. De maneira simples, mas também com muita humildade, escreveu inúmeros capítulos, dentre eles o de cuidar de 8 filhos, 7 mulheres e 1 homem, dezenas de netos, bisnetos e tataraneto. São 4 gerações. Sou apenas 1 do netos no universo de tantos outros. Deixo aqui essa singela mensagem para esse homem, esposo, pai, mãe, avô e excelente amigo. Esteja nos braços do Pai, meu grande avô.”- Ueliton Silva

“Seu Pedro era uma dessas pessoas com uma história pessoal de força, determinação, correção, dificuldades superadas com humor e muita discrição. Era esteio muito forte na constituição da pessoa Marina, como modelo, como apoio, como exemplo, como referência afetiva central, como parceiro de ideias. Descansou, cumpriu seu tempo. Vamos cuidar da Marina. Vamos cuidar de seu momento. Vamos orar, torcer, apoiar, conforme as visões de cada um. Vamos cercá-la do amor que ela suscitou em tanta gente” – Jane Maria Vilas Bôas

“Pedro, Pedro Augusto, o seringueiro seu Pedro. Ontem, aos 90 anos, morreu o pai de Marina Silva. Conheci seu Pedro em minhas andanças no Acre junto com Marina. Também o vi algumas vezes em Brasília. Impossível não se impressionar com aquela figura discreta, sábia nas suas avaliações precisas e diretas, olhar irônico para os exageros dos outros, sorriso de compreensão e bom humor. De uma extrema e sofisticada simplicidade. Mesmo quando não dizia nada, estava claro que tinha suas próprias idéias num mundo cheio de idéias, opiniões e personalidades fortes. Sempre mantive uma reverência de aprendiz em relação a seu Pedro, especialmente conhecendo suas histórias contadas por Marina. Mas o que mais me impressionava nele, na Marina e em todas as pessoas que conheci da família, era a união e a distância mantida da fama conquistada por Marina, de sua trajetória política, do brilho com que saiu do Acre para o Senado da República. Para eles nada mudou. Cada um continuou com seu trabalho, sua rotina de vida, seus hábitos compatíveis com sua pequenas posses. Seu Pedro continuou com sua barraquinha de frutas no mercado de Rio Branco, as irmãs de Marina continuaram nas suas roças, o único irmão no ofício de cobrador de ônibus. Nenhum deles procurou ou recebeu nenhum privilégio por ser “parente da senadora”. Isso tudo é de um enorme significado quando o que se vê na esfera da política é o destempero, a ganância, o deslumbramento, o patrimonialismo, a aberração no uso dos recursos públicos. Quando Marina deixou o Senado abriu mão, imediatamente, de sua aposentadoria como senadora e do direito vitalício, para si e sua família, ao generoso plano de saúde dos senadores e ex-senadores. A fonte deste comportamento ético, republicano e democrata vem do seringal, de uma vida muito difícil mas honrada e baseada em valores. Vem do patriarca seu Pedro e sua maneira digna de encarar as dificuldades e revezes. Um homem de um meio rude e iletrado, mas intelectualmente capaz de acompanhar os fatos do mundo e da vida com um olhar avançado, de fronteira. Capaz de entender e aceitar novos tempos, novas formas de viver, mas sem abrir mão de seu caminho e de suas convicções. Lembro que na última campanha para o Senado, os adversários de Marina espalhavam por Rio Branco a seguinte pérola: ” se ela não serve nem pra ajeitar a vida dos parentes e o pai continuava trabalhando no mercado, não se pode esperar nada pra ajeitar a vida dos eleitores”. Uma aula cínica sobre as perversões políticas do país, sobre a “naturalidade” com que os políticos se apossam dos bens públicos em benefício próprio e isso é considerado esperteza, “competência”, mérito. Está aí a história presente para confirmar essa tragédia. E seu Pedro se vai como viveu: um homem bom, simples, forte, de poucas palavras e uma grande lição que o Brasil tem tanta resistência a aprender: a boa política começa nos valores da vida de cada um e só existe para procurar o bem de todos. Simples, raro e profundo assim. Valeu, seu Pedro” – Maristela Bernardo

“Obrigada Seu Pedro!! Obrigada por ter sido exemplo de coragem, fé, trabalho, humildade e solidariedade para sua família! Obrigada por ser exemplo da corajosa e digna humildade na vida pessoal! Obrigada por ter criado uma mulher honrada que enfrentou com altivez e dignidade tantas tempestades! Muito obrigada!! Siga em paz na travessia de volta à casa do Grande Pai, pois aqui ajudamos a cuidar da sua corajosa e honrada filha amada!” – Heloisa Helena

“ELE FOI PAI E MÃE — Seu Pedro estava com a saúde abalada nos últimos dois anos. Diabético, fazia hemodiálise e sofria de insuficiência cardíaca. Era cearense e veio como Soldado da Borracha para o Acre, onde casou com a cearense Maria Augusta da Silva. Tiveram 11 filhos, dos quais três morreram. Ficou viúvo em 1974, quando Marina tinha 15 anos. Ele não casou novamente e se dedicou a criar as sete filhas e um filho. Sábio, foi pai e mãe ante muita dificuldade. Marina não costumava tomar nenhuma decisão política importante sem antes conversar com seu Pedro. Revendo as fotos que fiz de Marina, sempre que vem ao Acre, em todas aparece seu Pedro recepcionando-a no aeroporto. Gosto mais da imagem em que Marina conversava baixinho enquanto abotoava a camisa dele. Várias vezes pude testemunhar o amor que nutriam um pelo outro. O Acre perde um homem honrado. Em 14 de abril de 2003, quando Marina era ministra do Meio Ambiente e veio a Rio Branco, após uma solenidade ela me puxou para o carro oficial e gravei uma entrevista. Eis um trecho:

Há quantos dias a senhora está ausente do seringal Bagaço, o local onde nasceu?

Quem costuma fazer essas contas é o senhor Pedro Silva, meu pai. Outro dia ele me apresentou a conta de quantos anos, meses, semanas, dias, minutos e até segundos que fiquei no Senado no primeiro mandato.

É mesmo?

Sim, é verdade. Ele, por exemplo, já fez essa conta parcial em relação à minha presença no Ministério do Meio Ambiente.

Durante uma solenidade, a senhora fez uma pausa para lembrar que falava sob o olhar rigoroso do seu pai.

Ele é uma boa antena. Acompanha tudo pela televisão e quando tem dúvida telefona para mim para obter explicações, para saber se estou decidindo corretamente.

A senhora sempre deixa bem evidente que seu pai é uma pessoa marcante na sua personalidade.

Ele é forte, marcante e fraterno. Devo meus valores morais a Deus e, em segundo lugar, ao meu pai. Tudo o que sou em termos de ética, moral e compromisso devo ao meu pai.” – Altino Machado

“Seu Pedro vivia na varanda de sua pequena casa, na periferia de Rio Branco, sentado na cadeira de balanço, olhando o movimento da rua… Era um sujeito simples, que nunca aceitou sair do lugar que viveu por anos após deixar o seringal. Lembro que ele se negava a sair da casa mesmo quando o rio subia. Ele pouco falava, mas tinha um olhar severo e ao mesmo tempo doce. E mesmo tendo pouquíssima escolaridade, era um grande conselheiro. Se tem uma coisa que conforta é que educou os filhos para eles seguirem a vida sempre íntegros e honestos. Com certeza se foi orgulhoso dos filhos que criou. Descanse em paz, seu Pedro” – Marcel Santos

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