Plano Vida Digna

Objetivo é ampliar em 2,5 milhões de vagas as ofertas em creches e reorganizar o Sistema Único de Saúde para evitar leitos vazios

  • O Plano Vida Digna, reúne uma série de iniciativas em saúde, educação e cuidado com a mulher.
  • O plano visa integrar ações nessas três áreas entre vários ministérios, sob a coordenação direta da Presidência.
  • Entre as ações propostas estão a reforma no Sistema Único de Saúde (SUS), com a criação de 400 regiões de saúde e uma autoridade nacional sanitária, e a ampliação da cobertura de creches em 2,5 milhões de vagas.

A primeira infância será prioridade absoluta. É nessa fase, de 0 a 3 anos de idade, que políticas públicas de saúde, educação e estímulo ao cuidado parental podem fazer a diferença no desenvolvimento intelectual e emocional, preparando a criança para a escola. A principal medida é ampliar a oferta de vagas em creches dos atuais 30% para 50% da população. Isso envolverá a criação de mais de 2,5 milhões de vagas. Os recursos virão dos ministérios e parceiros envolvidos. Também será concluída até 2022 a universalização e aprimoramento da qualidade da educação infantil, para que nenhuma criança de 4 a 6 anos fique fora da escola.

Na saúde, a principal proposta é a reorganização do SUS. O sistema hoje é muito ineficiente, com déficit de leitos em algumas cidades e sobra de até 50% em outras. Marina e Eduardo vão dividir o país em 400 regiões de saúde, cada uma com 500 mil habitantes, sob a coordenação de uma autoridade sanitária nacional. A regionalização permitirá desafogar o sistema, humanizar a saúde e tornar a marcação de exames e consultas mais rápida.

Também faz parte a integração de políticas de prevenção da violência contra a mulher, combate ao feminicídio e fiscalização e punição da discriminação de salário entre homens e mulheres. Além disso, será criado um cadastro positivo de empresas que pagam salários iguais a homens e mulheres nas mesmas funções.