REDE é o partido que mais combate a corrupção, diz estudo da FGV

A REDE é o partido que mais tem se destacado na proposição de ações anticorrupção, com uma média de 3,5 projetos por parlamentar. Os dados são do livro “Diagnóstico Institucional: primeiros passos para um plano nacional anticorrupção”, feito a partir de um estudo desenvolvido pelo departamento de Direto da Fundação Getúlio Vargas no Rio (FGV-RJ), e patrocinado pelo Prosperity Fund, do Reino Unido.

Em três anos de existência, o partido liderado por Marina defendeu que o melhor caminho era a cassação da chapa Dilma-Temer pelos crimes eleitorais e a convocação de uma nova eleição; apoiou a Lava Jato, o fim do foro privilegiado e o avanço de todas as investigações; foi a porta-voz do partido que pediu a cassação de Eduardo Cunha (MDB), Delcídio do Amaral (PT), Aécio Neves (PSDB), Maluf (PP), Rocha Loures (MDB), Celso Jacob (MDB) e João Rodrigues (PSD), além da autoria da ação que pediu que o Supremo Tribunal Federal afastasse réus da linha sucessória da presidência da República e da luta contra a anistia do caixa 2 e a Lei do Abuso de Autoridade. A REDE protocolou uma representação por quebra de decoro parlamentar pedindo a cassação do mandato dos deputados presos, que de maneira absurda ainda despachavam normalmente na Câmara, mesmo cumprindo pena deferida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

FIM DO FORO PRIVILEGIADO E PRISÃO EM 2ª INSTÂNCIA

A restrição do foro privilegiado, decidida pelo STF, é um passo importante, mas ainda insuficiente para o fim da impunidade. Marina defende o fim desse privilégio para todos os políticos e autoridades públicas, além de combiná-lo com a prisão em 2ª instância.